No mês dedicado à mulher, a Nielsen divulgou informações sobre o panorama da mulher brasileira no mercado varejista e comprovou que elas são maioria nas lojas. Com base na pesquisa “Estilos de Vida 2018”, 96% dos responsáveis pelas compras são mulheres.

O que as compradoras levam em consideração ao comprar?

O que esse público mais preza na hora de efetuar a compra e escolher a marca desejada dos produtos é o custo-benefício. Elas também dão ainda mais valor à experiência de consumo do que os homens.

Outras características que se destacam para a compra de produtos para elas é a qualidade dos itens e boas ofertas. Na hora de comprar elas também consideram se a loja oferece entrega em domicílio, se o ambiente é agradável e limpo, se há atenção e simpatia por parte dos funcionários e atendentes em geral ou se ainda tem o cartão de loja para facilitar o pagamento.

Além disso, as consumidoras apresentam perfil mais vanguardista que a média masculina. Entre as preocupações estão saúde, meio ambiente, preconceito e intolerância. E o que isso tem a ver com o consumo? Muitas consumidoras mudaram seu perfil de compra a partir dessas premissas. O estudo revela, por exemplo, que houve redução no consumo de sal, gordura, açúcar. Ao contrário disso, elas passaram a adquirir mais produtos com fibras, vitaminas e minerais. Estão cada vez mais focadas na saúde e qualidade de vida.

Mulheres ganham maior espaço e se destacam nos negócios

Foco nos produtos de beleza e na sustentabilidade.

O mesmo vale para as mudanças de hábito e consumo em prol da preservação do meio ambiente. O público feminino também compra mais produtos de beleza e, nesse momento, o e-commerce é um grande aliado. A Ebit|Nielsen chegou a divulgar no último mês que as categorias de cosméticos e perfumaria lideraram o ranking das mais pedidas em 2018.

Acontece que, perante ao cenário nacional e mundial da economia, ainda há muito o que avançar. O indicador que mede a confiança e a percepção em relação ao futuro das mulheres fica abaixo da média masculina em diversas regiões do mundo. Esses grandes desafios enfrentados pelas mulheres brasileiras colocaram o Brasil entre os TOP 6 países com maiores reduções de confiança, comparado a 2014, ficando ao lado de países como Rússia, Argentina e Venezuela.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) revela que há mais mulheres com ensino superior do que os homens. Contudo, elas representam aproximadamente 65% das pessoas fora da força de trabalho e outras 54% consideram ruins as perspectivas de emprego para este ano em virtude de “barreiras” como a maternidade, pressão social e machismo.

É possível constatar que 37% dos lares brasileiros são chefiados por mulheres. Nos domicílios monoparentais, o número cresce para 67%, o que acaba contribuindo para a sobrecarga na rotina feminina e impactando nas decisões de trabalho.

RESUMO EM TÓPICOS

• 96% dos responsáveis pelas compras são mulheres;

• Mulheres prezam pelo custo-benefício, qualidade dos itens e boas ofertas.

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