Agradar a todos os públicos não é uma tarefa fácil para o varejo e é justamente por isso que definir o público-alvo da loja ajuda o varejista a superar as expectativas. Porém, mais do que ter um foco de perfil consumidor, entender os variados públicos ajuda o comércio a traçar o planejamento de vendas.

Os jovens, por exemplo, estão contribuindo para as estatísticas e se tornando um dos principais consumidores, especialmente no varejo online. A Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) divulgou uma pesquisa neste semestre traçando os principais aspectos desse potencial público consumidor. Em parceria com a AGP Pesquisas Estatísticas, o estudo teve como objetivo quantificar os hábitos de compra desse público.

A mudança de comportamento do público jovem

A pesquisa com jovens entre 16 e 22 anos revelou que esse público já nasceu omnichannel, ou seja, as compras não se restringem apenas à loja virtual ou ao ponto de venda. Eles utilizam os dois mecanismos para poder ampliar sua experiência de compra. As redes sociais como o Facebook, Instagram e WhatsApp são os principais canais de acesso para esse público. A maioria está lá, conectada.

Além disso, ¾ dos jovens entrevistados informaram que fazem compras online. Os principais hábitos de compras desse público são roupas e acessórios (76%) e eletrônicos e eletrodomésticos (53%). Os itens de telefonia e informática também aparecem entre os primeiros interesses, com 21% dos jovens.

Estatísticas apontam que ¾ dos jovens fazem compras online atualmente
Estatísticas apontam que ¾ dos jovens fazem compras online atualmente

Ainda que a maioria more com os pais e nem sempre compram com maior frequência, eles responderam que os meios de pagamentos mais utilizados são cartão de crédito e boleto bancário.

Pode parecer inusitado, mas o desejo em ter os próprios bens lidera a lista dos sonhos do jovem brasileiro. De acordo com o levantamento, 41,1% deles responderam a aquisição de bens como a principal meta a ser realizada e, só em depois, aparece a carreira profissional (28,4%).

Se as redes sociais como o Facebook, Instagram e WhatsApp são os principais canais de acesso para esse público, o varejo precisa se adaptar também a esse universo e se readequar aos novos perfis que vão surgindo. Afinal, a evolução dos processos internos na loja acarreta, automaticamente, o sucesso nos negócios.

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