Além da situação de smart TVs no Brasil e o uso do celular para uso pessoal, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) com o tema Tecnologia da Comunicação e Informação (TIC) mostrou a real situação dos brasileiros com o acesso à internet em 2017.

Segundo o levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) e divulgado no mês passado, a internet chega a 74,9% dos domicílios. Dessa forma, está presente em três de cada quatro domicílios brasileiros. O crescimento é de 5,6 pontos percentuais dentro de um ano. O valor de utilização cresceu para 80,1% e 41,0% nas áreas urbana e rural, respectivamente.

Com esse cenário, a procura por equipamentos eletrônicos de acesso à internet tem sido cada vez maior. Logo, demanda mais atenção do setor de telefonia, eletrônicos e informática (TEI). Apesar de o celular liderar a lista de equipamentos mais utilizados para navegar (97%), também se destacam o microcomputador (56,6%). Já a televisão, 16,3% e tablets 14,3% dos entrevistados.

No mesmo ano, 75,2% da parcela que informou não acessar a internet justificou o fato de não saberem usá-la ou por falta de interesse. Outros 3,7% consumidores alegaram que o equipamento eletrônico para acessar é caro.

Perfil

A pesquisa abrangeu diversas regiões do Brasil com um montante de 181,1 milhões de pessoas com 10 anos ou mais. Dessas, 126,3 milhões acessaram à Internet nos três meses anteriores à entrevista.

O grupo etário de 20 a 24 anos é que conta com o maior percentual de usuário da internet (88,4%) no período de referência e os idosos, de 60 anos ou mais, registram o menor percentual (31,1%). Contudo, houve crescimento do acesso na população idosa, que passou de 24,7% em 2016 para 31,1% no ano seguinte.

Na área rural, o percentual de mulheres que acessaram à internet (41,9%) continuou maior que o de homens (36,3%). Outro destaque é para a influência da internet conforme o grau de escolaridade. O menor percentual de utilização estava entre as pessoas sem instrução (11,2%) e os maiores, entre aquelas com nível superior incompleto (97,7%) e com superior completo (96,4%).

 

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