Os alimentos derivados de plantas e vegetais podem ser incremento interessante para destacar nas gôndolas da loja. Isso mesmo! Essas categorias têm ganhado a preferência dos consumidores brasileiros. É o que mostrou um estudo da Consultoria Opinaia em parceria com a líder mundial no mercado de soluções em ingrediente, Ingredion.

De acordo com a pesquisa, a predisposição para consumir alimentos derivados de plantas é de quase 90% entre os consumidores da América do Sul, incluindo o Brasil, que detém a taxa mais alta entre os países pesquisados. O mesmo levantamento também apontou que 81% dos brasileiros se consideram satisfeitos com a saúde e também com a alimentação.

A maioria dos entrevistados ainda demonstrou um consenso sobre a ideia de se preocupar com alimentação para levar uma vida mais saudável. Motivo que liderou a lista dos fatores que levam o consumidor a adquirir produtos plant-based (à base de plantas). 52% dos consumidores responderam que compram esses alimentos pelo interesse de ser mais saudável e cuidar da saúde.

Outros 30% disseram que são motivados a comprá-los para experimentar novos sabores. Enquanto os que buscam por produtos mais nutritivos foram representados por 26% dos consumidores consultados. Em contrapartida, os altos preços aplicados aos itens da categoria são o principal impasse para não comprar o produto. Conforme responderam 60% dos entrevistados.

O estudo também detectou que 37% dos consumidores se reconhecem como adeptos do veganismo, vegetarianismo, flexitarianismo ou pescetarianismo. Sendo que 82% consideram essas correntes mais saudáveis, 43% aderem para evitar maus-tratos aos animais e para ter opções mais variadas (46%).

Vantagens derivados de plantas

O relatório deixa evidente o quanto as pessoas estão se preocupando mais com a saúde e mudando os seus hábitos alimentares. Neste cenário, o consumo de alimentos passa a receber maior espaço na cesta de compras do brasileiro.

Por isso, essas categorias carecem de uma atenção no varejo alimentar. Por exemplo, um setor dedicado nas gôndolas ou ilhas e áreas especiais para destacar os itens no interior da loja.

Explorar a venda desses alimentos já se tornou estratégico para os varejistas que, na maioria das vezes, conseguem fidelizar o público segmentado desses produtos, mas também atrair novos consumidores que, ao chegarem na loja, já se direcionam para esses espaços.

É interessante também agrupar os produtos por segmentos. Mesmo que em um mesmo espaço, porque assim o consumidor se orienta melhor na hora de escolher quais itens levar. Esse agrupamento pode ocorrer por produtos orgânicos, integrais, veganos – e aqui podendo destacá-los com o termo plant-based -, sem glúten e lactose.

Por fim, a organização é importante porque pode levar o consumidor a adquirir outros itens que ele vê próximo à categoria e se interessa também, impactando nas vendas da loja.

Leia também:

Pix e as vantagens para a sua loja
Consumidores são estimulados por programas de fidelização

Conteúdo Relacionado

Hand touching five star symbol to increase rating
Varejo Alimentar

Novo Varejo como modelo mundial de varejo a ser seguido

15.setembro

A China é uma das maiores potências mundiais não à toa. Pioneira em diversos mercados, no varejo se destaca pela inovação e se consolida como o mais dinâmico de todo o mundo. Dona do maior segmento de e-commerce entre as nações, os chineses servem de modelo para negócios inovadores e inspiram as tendências de varejo […]

Shopping cart in a supermarket
Varejo Alimentar

De olho no sortimento para alavancar e manter as vendas

25.agosto

Voltar as atenções para o sortimento no varejo é uma premissa básica para buscar os resultados positivos das contas ao final do mês. Pode não parecer, mas a gestão do sortimento dos itens e categorias comercializadas na loja pode impactar diretamente na lucratividade. O ponto de partida é entender se determinada variedade de itens tem […]

loja-fisica-varejo
Varejo Alimentar

Loja física segue na preferência do consumidor

14.janeiro

É visível que o varejo online se despontou durante a pandemia. E conquistou novos públicos que adiavam esse contato direto com a tecnologia e com a modalidade de compra. Acontece que o consumidor não abriu mão da loja física, que continua caindo na preferência de mais da metade dos brasileiros. O levantamento Consumer Insights, feito […]

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *