A última sexta-feira de novembro será marcada pelo fenômeno que já tomou conta do Brasil: a Black Friday. Neste ano a data será celebrada no dia 27 de novembro e as expectativas do varejo para as vendas seguem a todo vapor para tentar recuperar as perdas de 2020 por causa da pandemia da Covid-19.

Ainda falando sobre expectativas, os varejistas já podem começar a se preparar para receber uma alta demanda daqueles itens da categoria de eletrônicos já que as pesquisas indicam como preferenciais para o consumidor. Entre eles está o smartphone!

Black Friday x smartphone

Conforme pesquisa feita pelo site de descontos Promobit, os aparelhos celulares representam 22% das intenções de compra entre 1500 consumidores entrevistados. Em seguida televisão (14,4%) e notebook (6,6%) figuram entre as principais pretensões para as compras da data sazonal. Além disso, itens de informática também estão chamando a atenção dos consumidores que pretendem aproveitar os descontos da ocasião.

No comparativo com a edição do ano passado, os preços dos smartphones podem ficar mais baixos em relação à Black Friday 2019. De acordo com o levantamento, os valores podem estar até 27% menor neste ano. Se a preferência do consumidor for um aparelho da Apple, os conhecidos iPhones, o desconto previsto é de 20% em média

O Promobit também elencou outros itens mais desejados e com projeção de descontos:

  • Smartphone – 27%
  • TV – 20%
  • Notebook – 22%
  • Placa de vídeo – 23%
  • Máquina de lavar – 22%
  • Fone de ouvido – 36%
  • PS4 – 45%
  • Monitor – 32%
  • Geladeira – 20%
  • Cadeira – 52%

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Black Friday no Brasil

A campanha de vendas mundial começou a ganhar o Brasil em 2011, com o movimento trazido pelo site Busca Descontos. Inicialmente, o foco foram as vendas pela internet e, nos anos sequentes, a data se popularizou entre os consumidores brasileiros e o varejo, incluindo as lojas físicas, passaram a adotar a temporada de descontos.

Por fim, para esse ano pesquisas apontam alta nas vendas entre 27% e 77% em relação ao passado. Ou seja, podendo atingir a marca de R$ 6,9 bilhões. Essa informação é baseada na Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) e consultoria Ebit/Nielsen.

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